e os que cá ficámos para o recordar amanhecemos assim:
(...)"Para Sul correm uns leves farrapos de nuvens, mesmo por cima do sítio onde o sol vai nascer. Irromper por detrás da montanha como se fosse um sol de pedra. De pedra, terra e ervas a arder. Um fogo ainda exíguo e brando. O mesmo sol que dentro em pouco se vai erguer a pulso, até se fixar no céu azul de Agosto."(...)
in, "A Imperfeição do Amor", Joaquim Mestre, Setembro 2007
Comentários
Pffffffffff, como é efémera a magana da vida.