que no nosso caso, leia-se gente adulta, qualquer grande crise existencial com direito a lágrimas, afundanços de barriga para baixo na cama, portas a bater, posts inflamados num blog (sim, porque a evolução da espécie determina que fedelhas de 12 anos já tenham blog) de "ai sou tão infeliz nunca mais vou conseguir sorrir a minha vida acabou", também se curasse de repente com uma sms recebida e um recado atirado "Mãeee, vou agora ali brincar pró parque".
Longe da "exaltação" inicial da entrada na blogosfera, hoje, reduzo-me a um pequeno núcleo de blogues que me despertam interesse. Cada vez mais pequeno. Dispenso blogues sobre política, "noticiários" quase réplica dos restantes órgãos/meios de comunicação social. Não consulto os blogues de "colunáveis" da blogosfera pois por serem "de referência" despertam a minha veia "do contra" e, para além disso, vejo os seus autores noutros suportes a dizer as suas coisas, daí já não me apetecer ver o que dizem por esta via. Não tenho paciência para blogues quase só feitos de imagens, muito menos os que seguem à risca o mote "uma imagem vale mais que mil palavras". Para isso vou a sites de fotografia, que os há aos molhos, e escolho eu as fotos de que gosto. Cada vez menos me interessam as polémicas, os intensos debates sobre as opiniões/posições políticas e afins de uns quantos blogues opositores também tidos como "de referência...
Comentários
(escrito em afudanço no sofá e de barriga para baixo)
;-))