Viajar até locais de sonho.
Conhecer a gente mais extraordinária [e, por compensação, também a mais ordinária...]
Experimentar a gastronomia mais exótica e deliciosa.
E isto acontecer no périplo pelos restaurantes mais inesquecíveis.
Acompanhada de quem mais gosto.
Gostar do que faço.
Confiar cegamente nas - menos dos dedos de uma mão -pessoas que me são próximas [e, por compensação, desconfiar do resto do mundo. Temos pena.]
Ter um património afectivo valiosíssimo.
E um património material igual em valor, apesar de o dever integralmente ao banco.
Comprar todos os livros que quero ter.
Ver morrerem-me os amigos mais insubstituiveis.
Descobrir que eles nunca morrem.
Chamar "meu amor" e sentir o sabor de cada letra.
Ter artesanato de Timor. [e esta vem na sequência da de cima]
Ouvir histórias de viagens da boca [linda, por sinal] de alguém que não se cansa de as contar.
E que esteve mesmo lá.
Ver, com estes que a Terra há-de comer, os dois [DOIS!] passaportes completamente cheios com os carimbos mais incríveis.
Descobrir que o impossível acontece.
E o possível também.
Basta querermos.
Deixar que me passem ao lado as coisas que gentinha diz de mim.
Dar-me ao luxo de gostar só de quem quero e mostar que não gosto ao resto.
Concretizar fantasias.
E ter alguém à altura para o fazer.
A toda a hora.
Gosto de Te saber por aí.
Conhecer a gente mais extraordinária [e, por compensação, também a mais ordinária...]
Experimentar a gastronomia mais exótica e deliciosa.
E isto acontecer no périplo pelos restaurantes mais inesquecíveis.
Acompanhada de quem mais gosto.
Gostar do que faço.
Confiar cegamente nas - menos dos dedos de uma mão -pessoas que me são próximas [e, por compensação, desconfiar do resto do mundo. Temos pena.]
Ter um património afectivo valiosíssimo.
E um património material igual em valor, apesar de o dever integralmente ao banco.
Comprar todos os livros que quero ter.
Ver morrerem-me os amigos mais insubstituiveis.
Descobrir que eles nunca morrem.
Chamar "meu amor" e sentir o sabor de cada letra.
Ter artesanato de Timor. [e esta vem na sequência da de cima]
Ouvir histórias de viagens da boca [linda, por sinal] de alguém que não se cansa de as contar.
E que esteve mesmo lá.
Ver, com estes que a Terra há-de comer, os dois [DOIS!] passaportes completamente cheios com os carimbos mais incríveis.
Descobrir que o impossível acontece.
E o possível também.
Basta querermos.
Deixar que me passem ao lado as coisas que gentinha diz de mim.
Dar-me ao luxo de gostar só de quem quero e mostar que não gosto ao resto.
Concretizar fantasias.
E ter alguém à altura para o fazer.
A toda a hora.
Gosto de Te saber por aí.
Comentários
Partido que tu usaste ordinariamente para levares a vidinha que levas!!!
Tem vergonha e entrega o cartão!!!
Impagável este comentário, uma pérola, fica aqui pra toda a gwente ver até onde vai a ignorância, a burrice e a falta de berço dos ressabiados. LOL!
Caríssimo, acabada de chegar o Pereira, alienada com um Chaminé tinto do melhor que há, aburguesada com um entrecosto na brasa, arroto-lhe pra cima, tábem assim? LOL e mais LOL!!.
(vocês acreditam que há gente que se dá ao trabalho de vir aqui dizer isto???)
Tu tameim vôte contar. Sabes que com o cartão encarnado só tens direito a côdeas de pão duro e água da fonte inquinada, andas nesses preparos da burguesia! Lol, LOl
E ao The Wall em modo surround pela casa...:-))