de me lembrar de como antes era capaz de escrever* sobre o amor, sem que tudo, realidade ou ficção, me soasse a lugar-comum.
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* o que se aplica, ainda, à maioria daquilo que leio por aí, ao que penso, ao que vejo e, lamentavelmente, ao que sinto em relação ao tema.
Comentários
O tédio, o medo, e a ira são as razões porque a vida é tão curta,e sem estas razões a perturbarem-lhe o pensamento, vivem de facto uma vida longa e feliz...
Richard Bach em Fernão Capelo Gaivota
Apesar de todas as realidades e agruras da vida, da minha forma de estar e lutar por aquilo em que acredito, apesar até da idade que tenho, dos sonhos perdidos e de outros não vividos, continuo a ser uma adolescente no que respeita ao amor.
Foi, durante muitos anos, uma biblia.:-)
Sempre fui adolescente em relação ao amor, susete...de cada vez que me apaixono. O que já não acontece há algum tempo. Daí a constatação de as palavras me parecerem lugares-comuns: apenas quando não as sentimos, é assim.
:-)
Às tantas preciso de umas acções de formação intensiva em módulos, com certificação de competências entregue no final. :-)))
..." diz-me agora o teu nome
se já dissemos que sim
pelo olhar que demora
porque me olhas assim
porque me rondas assim"
Claro que isto com música é um cadinho melhor... mas nã com Xica cantando, pois parece que levô uma barrigueda de porradas.
Abreijos ( gosti desta expressão do Samuel)
Tudo muito bem documentado, papelada tal e qual a que se usa nos cursos a sério.
Se até os bichinhos... Ou será que frequentam Universidade?
De qualquer forma mais mestrados, pós-graduações, doutoramentos e cursos de engenharia teróica, o que faz falta é a prática e ai mesmo os analfabetos podem dar meças!
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O senhor aí dos anúncios ó faxavôre: e a coisa é gratuita?? e tem a duração de quanto tempo aí o curso, mestrado essa coisa?
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anónimo tens razão naquilo que dizes. È com a prática que se aperfeiçoam todas as artes e a do amor não é excepção.
Ando a berrar isso há anos e ninguém me liga nenhuma...
(É só rapidinhas. As aulas, as aulas...)
Nada tema, prudente pupila. No ensino privado os olhos arranjam sempre o que comer (para justificar os chapadões da mensalidade), o programa é sempre inovador e o corpo docente está sempre presente quando se avizinha uma avaliação com algum rigor...
:-)
É só um aparte...