O prestígio é uma conquista pessoal.
Existe se, com actos e atitudes, com posições e vitórias várias e alguns sucessos incontestáveis, determinada pessoa foi provando ao mundo o seu valor.
Existe se, com actos e atitudes, com posições e vitórias várias e alguns sucessos incontestáveis, determinada pessoa foi provando ao mundo o seu valor.
Se não, não existe.
O prestígio traz reconhecimento.
Por parte de quem avalia o que foi alcançado por esse outrém, por parte de quem tem olhos na cara para ver, por parte de quem tem, ele também, a dose mínima de capacidade ou formação pessoal que lhe permita fazer essa mesma avaliação conducente ao dito reconhecimento. Nem toda a gente tem competência para tal. E essa, a que não a possui, só sabe experimentar a inveja. É a sua forma de constatar o mesmo facto, o que acaba por ir dar ao mesmo: o reconhecimento do prestigio de alguém.
O prestígio, principalmente se já acumulado ao longo do tempo, traz segurança a quem o detém. Uma segurança interior que se reflecte, de forma inconsciente, no tom de voz.
Tudo isto me ocorreu hoje, enquanto conduzia ouvindo uma entrevista numa das estações de rádio locais. Alguém respondia ao entrevistador com este tom de voz. Mantinha um registo sereno mas firme, à medida que ia clarificando uma a uma as questões que lhe eram colocadas. Com clareza e a utilização correcta, na hora certa, de cada vocábulo ou expressão gramatical. Com afirmações concisas. Com confiança. E segurança. Nunca vi esta pessoa na vida. Nem lhe conheço o percurso pessoal. Sei apenas do cargo que, no momento presente, ocupa. Mas soube de imediato que era assim.
Ouvir pessoas assim é uma experiência gratificante. Tantos que são os exemplos confrangedores do oposto, por parte de quem, supostamente, terá responsabilidades máximas ao nível da Nação e, por inerência, dos nossos destinos. De todos nós. Tanta é a incompetência gritada literalmente pelos próprios, enquanto tentam afirmar o contrário.
Não é fácil alguém conseguir o reconhecimento do seu prestígio. Nem vale a pena o esforço.
Se ele existir, assume como que uma existência e vontade próprias. Salta à vista.
O prestígio traz reconhecimento.
Por parte de quem avalia o que foi alcançado por esse outrém, por parte de quem tem olhos na cara para ver, por parte de quem tem, ele também, a dose mínima de capacidade ou formação pessoal que lhe permita fazer essa mesma avaliação conducente ao dito reconhecimento. Nem toda a gente tem competência para tal. E essa, a que não a possui, só sabe experimentar a inveja. É a sua forma de constatar o mesmo facto, o que acaba por ir dar ao mesmo: o reconhecimento do prestigio de alguém.
O prestígio, principalmente se já acumulado ao longo do tempo, traz segurança a quem o detém. Uma segurança interior que se reflecte, de forma inconsciente, no tom de voz.
Tudo isto me ocorreu hoje, enquanto conduzia ouvindo uma entrevista numa das estações de rádio locais. Alguém respondia ao entrevistador com este tom de voz. Mantinha um registo sereno mas firme, à medida que ia clarificando uma a uma as questões que lhe eram colocadas. Com clareza e a utilização correcta, na hora certa, de cada vocábulo ou expressão gramatical. Com afirmações concisas. Com confiança. E segurança. Nunca vi esta pessoa na vida. Nem lhe conheço o percurso pessoal. Sei apenas do cargo que, no momento presente, ocupa. Mas soube de imediato que era assim.
Ouvir pessoas assim é uma experiência gratificante. Tantos que são os exemplos confrangedores do oposto, por parte de quem, supostamente, terá responsabilidades máximas ao nível da Nação e, por inerência, dos nossos destinos. De todos nós. Tanta é a incompetência gritada literalmente pelos próprios, enquanto tentam afirmar o contrário.
Não é fácil alguém conseguir o reconhecimento do seu prestígio. Nem vale a pena o esforço.
Se ele existir, assume como que uma existência e vontade próprias. Salta à vista.
Comentários
a.s.b.l. Respect-ev
www.respect-ev.org
Há quem saiba do que fala e isso traz uma segurança e serenidade indiscutíveis, e quem se equilibre no arame a ver quando lhe falta o pé, e são os mais arrogantes e confusos nas explicações que dão.
Ando cansada de o verificar!
(Claro que quando se traduz em lugares de chefia, é de susto!)
Não sei se chega, mas alguma coisa se tem de fazer!
Bom início de ano para tí.