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Digamos que

o meu conceito de boa vida, nos últimos tempos, se resume, basicamento, a contar os dias que decorrem entre os episódios semanais do House e Heroes ocupando-me de os preencher convenientemente...


*

*depois de "A Casa Quieta", só estava à espera deste para confirmar: estou rendida ao Rodrigo.

Comentários

Anónimo disse…
Parece-me uma vida boa!
Mar disse…
:-) Eu cá também acho, ciranda!
(agora até me parece que vou acrescentar ao roteiro a nova série Dexter portanto a coisa fica ainda mais compostinha) :-)))
Anónimo disse…
E eu basicomento em sentido contrário. Não consigo atinar com o Rodrigo, pá, serve palavras e construções frásicas difíceis de mastigar.
Anónimo disse…
Dia 6, não é? Que seca, acho que tenho de ir a Lisboa... vou ter de arranjar uma tv algures.
Mar disse…
Pois pá shark, é assim a modos que a minha propensão para os gajos diferentes da média habitual...:-) (saramago e assim).
Agora a sério, não acho nada difícil de mastigar, é-me fácil seguir-lhe o fio do raciocínio e é precisamente porque algumas construções frásicas são tramadas que não dá para desgrudar, com medo que ele (o fio do raciocício) nos fuja entre dedos, enquanto não se chega ao fim do capítulo. :-)
Mar disse…
Sofro do mesmo mal ciranda, ausência de um gravador de DVD a jeito...
Susete Evaristo disse…
Como já te disse há um tempo atrás a "Casa quieta" deixou-me assim como que, um pouco para baixo. Depois, tu fizeste-me ver as coisas por outro ângulo e prometi a mim mesma voltar a lê-lo. Tenho dado um tempo, lido outros livros para me esqucer do desconforto que senti e, partindo de uma total abertura voltar ler de novo. Agora e antes que eu tivesse concretizado o meu intento, vens tu deixar-me na espectativa de mais um livro. Claro que vou comprar e ler, antes mesmo de reler o outro. Beijinhos e obrigada pela dica.
Mar disse…
Sempre às ordens susete! E é como dizes, tudo se trata de ver as coisas de diferentes perspectivas, com a tal abertura. Por vezes concluimos coisas interessantes. :-)

Mas sabes que esse desconforto que referiste acaba por ser a prova de que o livro alcançou os seus objectivos.
O Rodrigo G. de Carvalho, aquando da apresentação aqui em Beja, disse que quando acabou de escrever esse livro em particular era de noite e a mulher estava a dormir mas ele teve uma necessidade incontolável de se ir abraçar a ela e dizer-leh que gostava muito dela...podes ver, né? O livro é mesmo forte e, por isso, fantástico. :-)
Susete Evaristo disse…
Já cá canta na minha mão o livro "Canário" fui ontem comprá-lo assim que o acabar te direi o que achei.
Mar disse…
Muito boa opção a tua, amiga susete, eu vou a um pouco mais de meio. Putos doentes e vicissitudes várias têm-me impedido de lhe dar a devida atenção...
Mas depois conversamos. :-))

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