Avançar para o conteúdo principal

É duro

tentar irromper pelo meio das ervas daninhas. Corre-se o risco de confundir o trigo com o joio e tratar tudo pela medida grande que é como quem diz, vá de pulverizadores carregadinhos de pesticida para cima.


Foto: Mar


Mas o vermelho sobressai sempre.

Comentários

Anónimo disse…
Olá!
Passei aqui para ti desejar uma linda semana!
Cheia de paz*
Linda foto*
bjus.
Nádia.
Anónimo disse…
Tenho um quintal à minha espera... que continue, sentado.
Desculpa... é da chuva, fico irritada. E olha que não te adianta andar de pulverizador com este tempo!
Mar disse…
Obrigada nádia :-)
Mar disse…
Agora já est´um nadinha mais quente, nina, aproveita esse quintal que é uma dádiva numa cidade cheia de betão :-)
Isabel Faria disse…
Tenho andado mais ou menos cheia de...palavras. Nem sempre tenho a certeza se valem a pena, mas criam vício.
Não passava aqui há algum tempo, Mar. Vim agora e vi o post de Abril e vi uma foto cheínha de palavras, em forma de papoilas...que aproveito para te desejar um bom dia. Não as podemos colher porque murcham, dizem.As papoilas. As palavras também não.

Mas as gajas às vezes cansam. O pior é mesmo o vício...

Um dia destes venho cá roubar-te a foto. Num dia em que precise mesmo de (só) ver papoilas.
Mar disse…
Quando quiseres, Isabel. E percebo o que dizes, também estou um bocadinho farta das palavras e tenho-as guardado.

Não as colho, como não colho as papoilas. Deixo-as estar. quando me apetecerem de novo, abro a janela e admiro-as outra vez. :-)

Vem sempre, gosto de te saber por cá, mesmo sem palavras.
jp(JoanaPestana) disse…
oh filha, ás vezes para se ter boas colheitas o bom tb tem que ser mondado
;)*
Mar disse…
Não te sabia sabedora desses procedimentos agrícolas, j.p., mas acredito, pá, se tu o dizes...;-))
jp(JoanaPestana) disse…
nem imaginas o que eu sei
;D
Mar disse…
:-))

Mensagens populares deste blogue

Escrevo

melhor na sombra. Em busca de um pouco de silêncio, volto a esta velha casa, tantos anos ponto de encontro de anónimos, sem amarras, sem nós.  É dificil escrever sobre o medo num local onde se reúnem filhos, irmãos, amigos com rosto, uns mais outros menos, quase nenhuns verdadeiros, quase todos voyers àvidos de vidas que não sejam a sua, sobretudo se houver sangue. Sao salas ruidosas e cheias de tudo, música em loop, filmes da vida real e muita ficção, conversas cruzadas de quem só pede um pouco de atenção, imagens de mundos ao alcance de poucos, quanto mais exótico melhor. São espaços abertos, imensos, demasiado amplos, sem horizonte à vista, cheios de gente aos encontrões, como migantes perdidos em busca de um chão. Andamos por ali, uns e outros, deambulando em scroll, todos conhecidos, todos atores de um teatro que não baixa nunca o pano. E sem espaço para parar, cansados, sem sermos ouvidos, percebemos que só precisamos de um pouco de silêncio. De abrir de novo a represa e...

Esta coisa

nova eu eu descobri na minha mais recente mudança de template e que escarrapachei ali pró lado é muito útil! Eu, que apesar da minha teimosia e de aprender html à conta de muito queimar pestanas, nunca fui capaz de arranjar uma cena daquelas dos feeds ou rss's ou lá o que é e que serviria para me dizer quais os meus blogue(r)s favoritos que tinham acabado de publicar e quando. Nunca fiz a menor idéia de onde ir buscar tal coisa, se tinha que instalar software se não, se apenas teria que que aceder a um site tipo sitemeter, copiar códigos, sei lá, nunca descobri. Nem me esforcei muito, confesso. Apenas maldizia a minha sorte de cada vez que fazia mais uma ronda pelos favoritos e os descobria iguais, paraditos. Aparece agora esta funcionlidade, toda lindinha, no blogger que, diga-se em abono da verdade, tem feito algum esforço de modernização para se equiparar às outras plataformas teoricamente mais sofisticadas. E é ver, os meus favoritos todos ali ao lado, actualizados ao minuto. ...