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Não requer links ou nomes porque sabes que este post não poderia ser para mais ninguém. Não requer parangonas porque sabemos que os afectos se medem com abraços e mãos dadas e um olhar que diz tudo. Este post é para ti e só é preciso que o saibamos os dois.
Ouves-me o dilúvio de palavras como se fosses barragem, paredão de sólidas estruturas que não abanam, mesmo sob a mais violenta enxurrada.
Solto os diques do entusiasmo, acelero o ritmo, falta-me o verbo, atabalhoada, na ânsia de te fazer chegar depressa as imagens criadas pelas sinapses do meu cérebro, para que vejas o mesmo quadro que eu, para que saibas o mesmo, sem tirar nem pôr, para que me acompanhes. E tu ouves-me e vais dizendo que sim, que vês, que bom, que percebes, que ainda bem, - mas percebes a sério?, - claro e que bom para ti, - ainda bem que achas, fico feliz.
E sabe-me bem poder contar com essa força e a imensidão de paciência que é precisa para me aturar. Se não fosse por tantas outras infinitas coisas, bastaria esta para te dizer Obrigada e um sorriso, gosto muito de ti.

Comentários

shark disse…
Estou solidário para com a pessoa a quem dedicas este post.
É mesmo tal e qual como dizes. :)
Mar disse…
Principalmente na parte da paciência, não é? ;-)
shark disse…
Nãã...
Na do dilúvio de palavras...
Mar disse…
LOL!

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