
daquela coisa dos escrevinhadores que comecei lá mais para baixo e não concluí e que agora não sei bem onde está, para poder lincar aqui tudo direitinho e vocelências irem lá parar, directamente, sem trabalho nenhum, quem tiver pachorra que procure.
Anyway, o que eu queria mesmo dizer, quando comecei esta profunda análise pseudo psica, era que escrevo, basicamente, para mim. Ou seja, pela motivação, até que podia ter um blog sem comentários. Mas acho que um blogue, se é um blogue, deve ter a possibilidade de existência de comentários, senão seria outra coisa qualquer. Uma Webpage, um site, o raioqueoparta, mas não um blogue. Por isso os meus blogues sempre tiveram e terão caixas de comentários. O que não significa exactamente o mesmo do que terem as ditas sempre abertas. Cá está.
Escrevo para mim. O que me apetece, me dá prazer, com vontade de receber feedback ou não, várias vezes por dia ou zero numa semana, com caixas abertas ou fechadas, consoante.
Existirão, decerto, tantas motivações para quem aqui escreve quantos os blogues que não páram de se propagar como vírus, imparáveis e sem cura à vista. A minha é esta. Gosto de dizer uma parvoíces, de vez em quando. Gosto de contar estórias, algumas estapafúrdias, verídicas, outras sérias, verídicas e outras nem uma coisa nem outra. Gosto de dar palpites sobre tudo o que mexe comigo, de alinhar em peixeiradas se fôr caso disso, de dizer mal do Governo, de me emocionar com as injustiças que grassam pelo mundo, de elogiar os dois putos mais bonitos que existem à face da Terra (de barafustar contra eles, também...). Gosto de escrever isto tudo. E se alguém lhe apetecer dizer qualquer coisa, força. Democracia e liberdade é um lema de vida. Se não apetecer a ninguém, amigos como dantes. Não é esse o leif-motiv deste blogue.
É, tão só, ser uma das muitas partes de mim. Não se iludam. Só com todas elas juntas poderão saber quem sou.
Anyway, o que eu queria mesmo dizer, quando comecei esta profunda análise pseudo psica, era que escrevo, basicamente, para mim. Ou seja, pela motivação, até que podia ter um blog sem comentários. Mas acho que um blogue, se é um blogue, deve ter a possibilidade de existência de comentários, senão seria outra coisa qualquer. Uma Webpage, um site, o raioqueoparta, mas não um blogue. Por isso os meus blogues sempre tiveram e terão caixas de comentários. O que não significa exactamente o mesmo do que terem as ditas sempre abertas. Cá está.
Escrevo para mim. O que me apetece, me dá prazer, com vontade de receber feedback ou não, várias vezes por dia ou zero numa semana, com caixas abertas ou fechadas, consoante.
Existirão, decerto, tantas motivações para quem aqui escreve quantos os blogues que não páram de se propagar como vírus, imparáveis e sem cura à vista. A minha é esta. Gosto de dizer uma parvoíces, de vez em quando. Gosto de contar estórias, algumas estapafúrdias, verídicas, outras sérias, verídicas e outras nem uma coisa nem outra. Gosto de dar palpites sobre tudo o que mexe comigo, de alinhar em peixeiradas se fôr caso disso, de dizer mal do Governo, de me emocionar com as injustiças que grassam pelo mundo, de elogiar os dois putos mais bonitos que existem à face da Terra (de barafustar contra eles, também...). Gosto de escrever isto tudo. E se alguém lhe apetecer dizer qualquer coisa, força. Democracia e liberdade é um lema de vida. Se não apetecer a ninguém, amigos como dantes. Não é esse o leif-motiv deste blogue.
É, tão só, ser uma das muitas partes de mim. Não se iludam. Só com todas elas juntas poderão saber quem sou.
Comentários
Eu só acho que isso os torna um pouco menos blogue e um pouco mais outra coisa qualquer. ;-)
As caixas acabam por servir, boa parte das vezes, para cada um destilar o seu azedume privado no espaço dos outros.
Ando outra vez numa crise de fé, nesta coisa da blogosfera.
Já basta o que temos que engolir cá "fora"
E concordo absolutamente contigo Mar,quando afirmas "Só com todas elas juntas poderão saber quem sou".
Nem só de verdades verdadinhas vivemos, a imaginação incita á descoberta nem que seja do prazer próprio.
Fechar caixas é criar uma redoma de vidro.Mal por mal, que se dê uso da aprovação prévia do administrador da casa.
;-)
Os nossos "eus" todos que aqui mostramos, são isso mesmo: verdade e imaginação à mistura. Senão, qual era o gozo disto?? :-)
E se existe meio propenso às falhas de comunicação...
Quem quiser avalaviar verdadeiramente e com boa fé então que tente recolher as peças restantes para ajuizar por si próprio/a.
Isto é só o virtual, pá...
É mesmo assim. Só se conhecem as pessoas depois de muito convívio e não por aqui. Logo, tomar partidos, só mesmo pela maior ou menor simpatia que desperta a escrita de cada um/a. O que não é um indicador fiável de carácter, convenhamos...
beijinhos gaja que eu gosto de ler
notinha: depois se não gostares da ideia diz que eu apago