Um dia um gesto súbito. Espontâneo e inesperado e que nos consegue tocar de forma particular.
Um singelo gesto que nos rebenta com os diques todos e os muros de betão que em redor tentamos construir, liberta a enxurrada contida para que a sua força arraste o que encontra pela frente e lave até ao último grão a poeira dos tempos, que nos cobre.
Como daquela vez em que num email, alguém me tinha deixado esta singela e espontânea mensagem:
"...E não pares de escrever. Tens um talento nato para exprimir emoções que são difíceis de ser descritas. Muda de blog, muda de nome, mas não percas isso! Sim?!"
Uma mensagem a partir da qual tomei consciência de que afinal não quero é mudar nada, que gosto de ser assim mesmo, um ser imperfeito com as minhas fragilidades e forças, as contradições e convicções. É com este carácter que atravesso a vida. Isto é o que sou e não vou fingir que sou outra coisa qualquer. Não quero mudar. Nao irei mudar.
Obrigado!

3 *:
Muito bem Mar... Acho que vou roubar mais uma vez uma parte da tua escrita, porque mesmo tu sendo um ser imperfeito como os outros todos, eu gosto muito de te ler. beijinhos :)
ah, e achei graça ao desenhito!
:-)) e eu gosto muito que me leias lindinha (o desenhito é da net) :-))
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