se fosse independente, rica, sem amarras, leia-se duas almas (mais um coelho e um rato que não têm alma mas respiram) que dependem - por enquanto - de mim para sobreviver, ligava para a Varig, anotava a hora do próximo voo, jogava 3 coisas para dentro de um saco, metia-me no carrito, fazia 180 Kms, estacionava-o no parque do aeroporto e ia para aqui:

E depois de me sentar nesta areia como em tempos idos já fiz, de entregar a alma a Iemanjá e aquele mar sem igual me limpar de tudo o que me consome, deixava o Sol nascer e começava, aí sim, o primeiro dia do resto da minha vida.
Comentários
Mete-te no carrito e toca para a costa alentejana. Nem precisas de levar rôpa.
E quem te disse cus coelhose cus ratos nã tem alma? òa sé sprito de contradição? Olha cus bechinhos nã sã filhos dum deus minor.
Nem os brasileiros sempre alegres e gostosos co alenjanito de chapéu encostado ó chaparro....;-)))