gritar que se lixem as convenções, o socialmente correcto, os "não pode ser", o "esquece lá isso, pá" e outros raspanetes que o cabrão do consciente produz a cada veleidade de sonho, os assomos de pudor que teimam em prevalecer, apesar da vontade, apesar do querer.
Se eu pudesse "não deixar nada por dizer", sei exactamente que palavras te haveria de sussurrar ao ouvido.
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( e tenho saudades de uma noitada de Desassossego, bora?!)