Já eu, eu sei bem o que celebro.
Depois da perda maior, há tantos anos e que parecem apenas minutos, daquele que foi o meu grande orgulho, o exemplo de vida, inspirador, o pilar que sempre me amparou, o meu pai, celebro a cada dia a existência da minha mãe, quente e macia, o amor que me transmite nas reprimendas suaves, a preocupação exacerbada pelos filhos, pelos netos, pelo futuro. Celebro a minha mãe, viva. Em cada dia ao acordar, a essa hora em que eu peço a alguma entidade divina que me conceda repetir por décadas.
Depois da perda maior, há tantos anos e que parecem apenas minutos, daquele que foi o meu grande orgulho, o exemplo de vida, inspirador, o pilar que sempre me amparou, o meu pai, celebro a cada dia a existência da minha mãe, quente e macia, o amor que me transmite nas reprimendas suaves, a preocupação exacerbada pelos filhos, pelos netos, pelo futuro. Celebro a minha mãe, viva. Em cada dia ao acordar, a essa hora em que eu peço a alguma entidade divina que me conceda repetir por décadas.
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Abreijos grandes