a fazer figurinha do mais perfeito tótó, vai lá ver se esta tá no dicionário, ó otário..., a tentar boicotar uma tentativa seriíssima de análise sem paneleirices ao problema da droga e dependências em Portugal. Por parte desse profissional irrepreensível, dedicado e altamente qualificado que é o João Goulão.
O homem desfez-se em insinuações brejeiras, piadas de mau-gosto, interrupções a despropósito em momentos em que o responsável pelo Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) tentava a todo o custo terminar um raciocínio e nem assim lhe conseguiu ofuscar o brilho e a serenidade, a convicção que só possui quem sabe - e muito - do que fala.
O homem desfez-se em insinuações brejeiras, piadas de mau-gosto, interrupções a despropósito em momentos em que o responsável pelo Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) tentava a todo o custo terminar um raciocínio e nem assim lhe conseguiu ofuscar o brilho e a serenidade, a convicção que só possui quem sabe - e muito - do que fala.
Nem depois de todo o patético esforço, conseguiu desacreditar uma pessoa que, com coragem e contra muitos obstáculos, trilha há mais de 20 anos o caminho sério da prevenção de riscos e redução de danos. Um homem que, por via da minha vida profissional, tive o prazer de conhecer e com quem privei já várias vezes.
Na SIC Notícias, ainda agora, vá esses motores de busca a virem aqui parar para ouvir a minha opinião.
O tótó: - IAC!IAC! (ao bom estilo do riso do Pateta) iEu nã sabia que a heroina derretida se chamava "Calhau", IAC!
Ganda calhau me saíste tu, ó Mário Crespo. Este tema merecia ser conduzido por um jornalista mais credível, que os há.
Na SIC Notícias, ainda agora, vá esses motores de busca a virem aqui parar para ouvir a minha opinião.
O tótó: - IAC!IAC! (ao bom estilo do riso do Pateta) iEu nã sabia que a heroina derretida se chamava "Calhau", IAC!
Ganda calhau me saíste tu, ó Mário Crespo. Este tema merecia ser conduzido por um jornalista mais credível, que os há.
Comentários
Concordo contigo relativamente ao Goulão.
Tem sido sensato o bastante para não dar abébias aos imbecis, mesmo quando estes têm a faca e o queijo na mão para avacalharem os temas acerca dos quais não percebem um boi...
(Nestes dias pondero seriamente a rescisão, mas depois há a filha...)
hasta...
Mário Crespo
(PS: isto vai anónimo no título só porque não tenho as identificações do Blog. Como sabe, nunca fui muito de disfarces.)
A falta de isenção a que me referia era a sua, no programa em causa. Daí o meu "retrato" seu, pouco abonatório. (a não ser que não fosse a isso que se referia quando falou da repetida exposição - que por acaso não percebi, dado que é a primeira vez que falo de si - em Beja)
De resto, não sou eu que o vejo asim agora, toda a gente o pôde ver a avaliar na prestação em causa.
Se a minha "sátira" serviu para o alertar, se contribuir para que venha a conduzir as entrevistas de uma outra forma, já valeu a pena.
É que, sabe, aqui na selva alentejana, não gostamos de ver os "fortes" a tentar achincalhar os "fracos". Velhos hábitos da resistência e luta.