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E isto

Por detrás daquelas pistolas, não estão negros, ciganos, brancos, amarelos, ricos ou pobres, mas estão criminosos que desafiaram o Estado de Direito e transformaram a rua de uma cidade num cenário de guerra!


meus amigos, é a perspectiva de análise mais correcta aos acontecimentos da Quinta das Sapateiras ou de seja qual fôr a Quinta, Rancho, Monte ou Colina deste país. A do cumprimento dos deveres que tocam a todos.

Comentários

Susete Evaristo disse…
Mar, Quintas são Quintas mas de Quinta do Conde para Quinta das Sapateiras, em Loures, local onde os acontecimentos a que fazes referência se passaram, há alguma diferença, mas já percebi que foste levada em erro.
De qualquer forma emenda lá isso que o pessoal pode não gostar.
Beijinhos
H disse…
Agradeço a simpática referência e lamento o lapso!
Melhores cumprimentos
Mar disse…
De nada, h. Vamos lá então corrigir a coisa.


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Como digo susete, amim tanto se me dá em qual é quinta onde as coisas se passaram. O que quero mesmo é sublinhar a idéia, bem expressa pelo H., de que, num Estado de Direito todos os cidadãos têm que cumprir as regras.
Mas obrigada pela atenção (sabes, não vejo os telejornais com muita atenção...não tenho paciência apara tanta desgraça, começando pelas petrolíferas e acabando nas taxas de juro com umas quantas mortes pelo meio...)
Susete Evaristo disse…
O problema é que vi agora que o mesmo se passa noutra zona de Loures a Stº António dos Cavaleiros tambem num sitio que dá pelo nome de Quinta da Fonte.
Parece mesmo que estamos na América do sec. XVIII
cereja disse…
Fui ao blog para onde deixaste o link, e achei o post excelente. Retirei uma frase:
«a integração é uma questão com dois lados!» que nos deve fazer pensar. Concordo inteiramente com isso. Quando se vai atrás do politicamente correcto da 'descriminação positiva' caímos em grandes injustiças.
Cada vez embirro mais com essa tal discriminação positiva!

(por acaso, por questões da minha vida pessoal, devo ter sido - ia dizer a única mas talvez seja exagero - uma das poucas pessoas em Portugal que não esteve em cima dos acontecimentos e só soube da história dias depois e já diluida)
Mar disse…
Pois é susete, daí que a tónica seja sempre a mesma: As forças de segurança que façam cumprir as regras. E estas são iguais para todos.
Pactuando com situações destas (ou assobiando para o lado, seja lá porque razão), perde-se legitimidade para vir exigir ao resto da sociedade seja o que fôr...
Mar disse…
Sabes Emiéle, lá no blogue do H. falei um pouco sobre isso da discriminação positiva. é que há situações em que esta é mesmo necessária. Sei lá, há casos de fragilidades sociais várias em que os Estados devem intervir, devem "amparar" e encaminhar cidadãos para uma reinserção, uma escolarização, formação profissional, emprego e autosuficiência no final.
Mas nunca se deve perder de vista este objectivo último - o da autosuficiência.
Quando os Estados não conseguem garantir isto a - quantos milhares de desempregados temos no país? - esses cidadãos, a "discriminação positiva" perpetua-se e torna-se injustiça para o resto, os que não são objecto dela.

É o nosso caso.

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