fã desta mulher:
Ter um blogue sem comentários é como ficar fechado em casa e não abrir a porta a vivalma. A não ser que vivalma tenha classe, quero dizer, poder, ou, desculpem, influências, conhecimentos, possibilidade de tachos. Mas, nesse caso, entra pela porta de serviço. Entra à socapa. Fechar as caixas de comentários é uma intolerável recusa a chafurdar na vida, e eu detesto cobardes.
(e como ando mesmo sem conseguir aprender, de novo, como é que se escreve qualquer coisa de jeito, calha tão bem que outros escrevam o que penso. Ainda por cima de forma tão lapidar.)
Ter um blogue sem comentários é como ficar fechado em casa e não abrir a porta a vivalma. A não ser que vivalma tenha classe, quero dizer, poder, ou, desculpem, influências, conhecimentos, possibilidade de tachos. Mas, nesse caso, entra pela porta de serviço. Entra à socapa. Fechar as caixas de comentários é uma intolerável recusa a chafurdar na vida, e eu detesto cobardes.
(e como ando mesmo sem conseguir aprender, de novo, como é que se escreve qualquer coisa de jeito, calha tão bem que outros escrevam o que penso. Ainda por cima de forma tão lapidar.)
Comentários
Pior, só mesmo as caixas moderadas e respectivo cunho pequenino de um poder descriminatório que nada tem a ver com liberdade de expressão como sempre a entendi. Cobardia encapotada, por assim dizer...
E para evitar que se repita só existe um caminho.
Obrigado pela tua atenção.
De resto, Shark, olha que a tal «moderação de comentários» sendo uma barreira que acaba por afastar as pessoas, é por vezes a única hipótese contra certas aberrações que por aí circulam. Conheço um blog onde só se começou a poder comentar quando - paradoxalmente - a caixa passou a ter os comentários 'moderados'. Porque quando estava aberta, de uma noite para a manhã ficava inutilizada com 100 «comentários» todos iguais, fazendo copy/paste de artigos de várias páginas de jornais. A caixa entupia e «eles» ficavam felizes...
Há gente assim...
De resto, quanto ao primeiro, já respondi no que disse à Emiéle.
Sou sempre muito radical. Escrevo para tentar compreender o mundo, mas não quer dizer que consigo. Assento umas ideias. Escrevo sobre assuntos que me incomodam. Depois, sou teimosa. E provocadora. São só defeitos, como vês.
Um beijo, e obrigado pelos línques todos que eu não mereço. Já estou como a Amália.
Ou então, dizendo de uma outra forma: o que hoje é absolutamente assim, amanhã, por vicissitudes do destino, pode vir a ser absolutamente ao contrário. Acabo de constatar...
Anyway, eu gosto de pessoas com defeitos. Então os que tu tens, ó-ó.
:-))