particularmente os "ensaios" sobre o sentido da vida. Reflexões que, tantas vezes, se produzem por essa blogosfera fora e que têm o mérito de transpôr para o papel idéias que já a todos nos ocorreram, perguntas que já algures formulámos, dúvidas que não conseguimos ainda ver clarificadas, certezas que afirmamos ter, de nariz empinado, porque sim.
Gosto de ler estas análises, produzidas por outras pessoas, para descobrir até que ponto algumas vão de encontro ao que eu própria penso sobre o mesmo assunto ou para tentar obter, por aí, as conclusões a que nunca soube chegar sózinha.
Uma delas, muito recente, foi escrita nesta posta do Shark.
E o tema em apreço é dos mais difíceis de qualificar e classificar, logo a seguir a esse outro, tão improvável, que é o Amor.
Tenho, sobre esse assunto uma opinião sui generis. Motivada, talvez, pela constatação de que o que convencionamos chamar de Amigos, com essa plenitude de estatuto, se aplica, ao longo das nossas vidas apenas a um punhado de pessoas, contados pelos dedos de uma mão. Com sorte...ou grande mérito nosso. Ou outra perspectiva de entendimento, diferente da minha. :-)
Anyway esses, os Amigos, essas 4 ou 5 almas que nos conhecem do avesso e que fomos coleccionando, às vezes desde a infância outras não, conquistaram esse estatuto depois de um moroso processo a aturar-nos (e vice-versa) os humores. Se resistiram a essa dura prova durante anos e não desandaram é porque sim, merecem que os consideremos Verdadeiros Amigos.
E eu acho que o processo, tal como todas as ocorrências na escala da evolução tem um princípio, um meio e um fim. Uma espécie de escalada de montanha ou travessia no deserto que termina quando se atinge o topo e lá se espeta a bandeirola ou se chega ao outro lado do mar de areia e se desemboca um sítio cheio de água. Depois disto concretizado, este tipo de meta, não há nada mesmo nada - a não ser algo de muito grave, claro, como uma traição imperdoável ou algo assim - que possa acabar com esse tamanho feito que alcançámos em conjunto: a construção da amizade. Podemos estar anos a fio sem ver essa pessoa, passar décadas em partes opostas do mundo sem um telemóvel por perto que, no dia do reencontro há-de parecer que nos separámos apenas umas poucas de horas antes.
É claro que esta é só a minha modesta opinião. E as interpretações deste sentimento serão tantas quantas as cabeças que nele pensarem. Mas acredito que seja assim. Porque o experimentei assim já por umas quantas vezes.
Gosto de ler estas análises, produzidas por outras pessoas, para descobrir até que ponto algumas vão de encontro ao que eu própria penso sobre o mesmo assunto ou para tentar obter, por aí, as conclusões a que nunca soube chegar sózinha.
Uma delas, muito recente, foi escrita nesta posta do Shark.
E o tema em apreço é dos mais difíceis de qualificar e classificar, logo a seguir a esse outro, tão improvável, que é o Amor.
Tenho, sobre esse assunto uma opinião sui generis. Motivada, talvez, pela constatação de que o que convencionamos chamar de Amigos, com essa plenitude de estatuto, se aplica, ao longo das nossas vidas apenas a um punhado de pessoas, contados pelos dedos de uma mão. Com sorte...ou grande mérito nosso. Ou outra perspectiva de entendimento, diferente da minha. :-)
Anyway esses, os Amigos, essas 4 ou 5 almas que nos conhecem do avesso e que fomos coleccionando, às vezes desde a infância outras não, conquistaram esse estatuto depois de um moroso processo a aturar-nos (e vice-versa) os humores. Se resistiram a essa dura prova durante anos e não desandaram é porque sim, merecem que os consideremos Verdadeiros Amigos.
E eu acho que o processo, tal como todas as ocorrências na escala da evolução tem um princípio, um meio e um fim. Uma espécie de escalada de montanha ou travessia no deserto que termina quando se atinge o topo e lá se espeta a bandeirola ou se chega ao outro lado do mar de areia e se desemboca um sítio cheio de água. Depois disto concretizado, este tipo de meta, não há nada mesmo nada - a não ser algo de muito grave, claro, como uma traição imperdoável ou algo assim - que possa acabar com esse tamanho feito que alcançámos em conjunto: a construção da amizade. Podemos estar anos a fio sem ver essa pessoa, passar décadas em partes opostas do mundo sem um telemóvel por perto que, no dia do reencontro há-de parecer que nos separámos apenas umas poucas de horas antes.
É claro que esta é só a minha modesta opinião. E as interpretações deste sentimento serão tantas quantas as cabeças que nele pensarem. Mas acredito que seja assim. Porque o experimentei assim já por umas quantas vezes.
Comentários
Estou de acordo no que respeita ao número de dedos de uma mão suficientes para a contagem... :-)
;)