que iria ser assim.
O momento, temido, afigura-se ao mesmo tempo como inevitável.
Tinha traçado esse caminho, consciente, aos poucos, segura de que não haveria outra saída. O destino somos nós que o fazemos, ninguém é responsável pelo que nos acontece.
Sabia que não havia volta a dar. Nem o quereria, aliás. Não seria justo. Para si nem, sobretudo, para os outros envolvidos.
Uma especie de nostalgia tolhia-lhe o olhar. Imagens desirmanadas em repeat mode. Momentos bons, outros nem tanto. Muito mais dos primeiros, sem dúvida.
Cai o pano. Substituem-se os cartazes na entrada. Uma outra peça irá ser encenada.
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Outro para si!