tecnológico é uma coisa assombrosa e, quiçá, um pouco assustadora...
Acabo de ler, calmamente sentada no meu sofá, enquanto espero que as batatas se fritem, (qualquer dia tenho que contar aqui a experiência negativa que tenho com batatas...hum...a fritar...), sem gastar um tusto (ok, vá, pago um balúrdio mensal de prestação de internet banda larga mas não é esse o ponto do post, portanto, adiante), um artigo inteirinho da Revista Única, parte integrante do jornal Expresso.
Tá bem, a edição é de 21 de abril de 2007 mas isso sou eu que sou um bocado naba e ainda não me dei ao trabalho de pesquisar bem a cena.
O que interessa para o caso é que eu quero aqui dizer que gosto mesmo muito do conforto do lar e até sou comodista q.b. para me levantar ao Domingo e preferir ligar o portátil ao invés de me vestir, sair para a rua com 40º, pegar no carro/frigideira, desatinar com os condutores de Domingo até conseguir estacionar e ir ao quiosque mais próximo. Mas esta oferta toda não irá ditar, daqui a uns tempos o fim do jornal/papel e mais aquelas maquinetas todas das gráficas e o cheiro a tinta e aqueles senhores com muita paciência a juntar letrinhas a mais letrinhas, em colunas e linhas e espaços e...(ah nada disso já se faz nos dias de hoje? Er...ahnnnn...ok..)
Acabo de ler, calmamente sentada no meu sofá, enquanto espero que as batatas se fritem, (qualquer dia tenho que contar aqui a experiência negativa que tenho com batatas...hum...a fritar...), sem gastar um tusto (ok, vá, pago um balúrdio mensal de prestação de internet banda larga mas não é esse o ponto do post, portanto, adiante), um artigo inteirinho da Revista Única, parte integrante do jornal Expresso.
Tá bem, a edição é de 21 de abril de 2007 mas isso sou eu que sou um bocado naba e ainda não me dei ao trabalho de pesquisar bem a cena.
O que interessa para o caso é que eu quero aqui dizer que gosto mesmo muito do conforto do lar e até sou comodista q.b. para me levantar ao Domingo e preferir ligar o portátil ao invés de me vestir, sair para a rua com 40º, pegar no carro/frigideira, desatinar com os condutores de Domingo até conseguir estacionar e ir ao quiosque mais próximo. Mas esta oferta toda não irá ditar, daqui a uns tempos o fim do jornal/papel e mais aquelas maquinetas todas das gráficas e o cheiro a tinta e aqueles senhores com muita paciência a juntar letrinhas a mais letrinhas, em colunas e linhas e espaços e...(ah nada disso já se faz nos dias de hoje? Er...ahnnnn...ok..)

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